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Roteiro no PETAR: Núcleo Ouro Grosso.

Capa_NúcleoOuroGrossoPETAR

Nada melhor que terminar um passeio em grande estilo, certo? E foi assim que terminou nossa trip no PETAR, em grande estilo, com cavernas incríveis e direito a banho de cachoeira e uma travessia com água até o pescoço! Se interessou? Gosta de muita aventura? Então confira como foi conhecer o Núcleo Ouro Grosso do PETAR.


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PETAR – Núcleo Ouro Grosso

Nossa despedida do PETAR não poderia decepcionar, afinal de contas, depois de tantas atrações incríveis que já tínhamos visitado nos dias anteriores, não seria qualquer caverna que iria nos impressionar! Nos despedimos do PETAR visitando as Cavernas do Núcleo Ouro Grosso, o menor núcleo do parque. Mas como diz o ditado popular: “tamanho não é documento” e nosso último dia desta trip foi mais um dia esPETARcular, como diria nosso guia Pedro Ernesto, do Primatas Aventuras.

Núcleo Ouro Grosso - PETAR Caverna  Alambari de Baixo

PETAR – Núcleo Ouro Grosso – Caverna Alambari de Baixo.

O Núcleo Ouro Grosso fica localizado no Bairro da Serra, sendo o núcleo mais acessível e mais cercano. Possui estrutura para abrigar cerca de 50 pessoas e um local utilizado para promover palestras, encontros e reuniões da comunidade local.

Núcleo Ouro Grosso - PETAR - Acesso

Entrada do Núcleo Ouro Grosso.

Seus maiores atrativos são 2 cavernas, a Caverna do Ouro Grosso e a Caverna Alambari de baixo. Além das cavernas, o núcleo ainda possui algumas atrações interessantes como a pequena Trilha da Figueira, o Lago do Ouro Grosso, a Piscina natural do Rio Betari e o pequeno Museu da Cultura Tradicional, que fica na trilha da Figueira.

Museu da Cultura Tradicional

Museu da Cultura Tradicional Serra dos Mota.

Núcleo Ouro Grosso - PETAR (14) Núcleo Ouro Grosso - PETAR (16)

Aliás, vale destacar o pequeno museu, já que nele é possível conferir a forma de vida dos moradores locais em tempos passados. O museu está abrigado em uma casa típica da época.

Núcleo Ouro Grosso - PETAR (18)

O pequeno Museu da Cultura Tradicional.

Núcleo Ouro Grosso - PETAR (12) Núcleo Ouro Grosso - PETAR (19)

Ao contrário do Núcleo Caboclos, que visitamos um dia antes, para chegar ao Núcleo Ouro Grosso é muito fácil. Tão fácil que fomos caminhando à partir do Camping. Em 15 minutos de caminhada leve já estávamos na recepção do núcleo, onde esperamos alguns instantes e percorremos a Trilha da Figueira até chegar nossa vez.


 LEIA TAMBÉM:

ROTEIRO NO PETAR – DICAS E INFORMAÇÕES
NÚCLEO SANTANA – O MAIS VISITADO NO PETAR


As cavernas do Núcleo Ouro Grosso

  • Caverna do Ouro Grosso

Núcleo Ouro Grosso - PETAR Caverna do Ouro Grosso - Cachoeira

Cachoeira no interior da Caverna do Ouro Grosso. Foto: Vinicius Monteiro

Localizada a cerca de 200 metros do Centro de Visitantes do Núcleo Ouro Grosso, a Caverna do Ouro Grosso possui cerca de 1100 metros de desenvolvimento, mas apenas 200 metros estão disponíveis para visitação normal.

Ainda assim, os “míseros” 200 metros são suficientes para que a Caverna do Ouro Grosso não decepcione e faça com que o visitante aventureiro saia completamente satisfeito do passeio.

Para ter acesso a caverna é preciso passar por uma entrada bem estreita e percorrer alguns trechos mais difíceis e estreitos. Este conjunto de obstáculos faz com que esta caverna seja considerada uma das mais “radicais” do PETAR.

O ponto alto do passeio é uma cachoeira que fica no interior da caverna. Para chegar até ela é preciso passar por um pequeno poço com água gelada, o que torna a missão extremamente temida e só os mais corajosos encaram! Imagino que no inverno a missão seja ainda mais difícil…

Depois de encarar o gelo, é só curtir a “massagem natural nas costas”, quando a cachoeira proporciona uma gelada experiência aos corajosos que arriscam chegar até ela.

  • Caverna Alambari de baixo

Saindo da Caverna do Ouro Preto partimos em direção a Caverna Alambari de Baixo. Até a entrada desta caverna são cerca de 2 km de caminhada e em épocas de chuvas a estrada torna-se bastante enlamaçada. Como estamos visitando o PETAR em um época seca, não precisamos encarar o barro, mas sim o calor e o sol forte na cabeça! Nada de mais e em menos de uma hora estávamos chegando a caverna.

Núcleo Ouro Grosso - PETAR (7)

Interior da Caverna Alambari de Baixo.

A caverna Alambari de baixo proporciona uma das mais belas vistas do PETAR e não é à toa que foi um dos locais onde conseguimos uma das fotos mais fantásticas da trip!

Núcleo Ouro Grosso - PETAR

O incrível visual da Caverna Alambari de Baixo, no Núcleo do Ouro Grosso. 

Além do incrível visual proporcionado próximo a entrada da caverna, destacam-se trechos com fendas estreitas onde o visitante vai precisar se espremer pra passar! Logo, um escorregador natural te leva até um pequeno rio que cruza a caverna!

A visita à esta caverna é constituída por uma travessia, onde o visitante mescla trechos secos e molhados, mas que fique claro que seu ponto alto é bem molhado! Quase na saída da caverna uma travessia dentro do leito do rio Alambari (que passa no interior da caverna), faz com que o visitante tenha que percorrer um trecho com água que pode chegar até o pescoço! Sem dúvida é o momento mais emocionante da visita. Para os que têm medo de água uma corda auxilia na travessia.

Núcleo Ouro Grosso - PETAR (25)

Travessia molhada na Alambari de baixo. Reparem que já nos molhamos “até o pescoço”. Foto: Vinicius Monteiro.

Após a travessia, saímos do outro lado do morro e o trecho até o bairro da Serra é bem tranquilo, sendo feito em aproximadamente 30 minutos. Sem dúvida alguma nosso último dia no PETAR foi maravilhoso (assim como todos os demais dias!).

Além do Núcleo Ouro Grosso, nosso roteiro no PETAR nos proporcionou um ótimo aproveitamento em 4 dias. Também visitamos os principais atrativos do Núcleo Santana e a principal caverna do Núcleo Caboclos, mas ainda nos faltam algumas cavernas e temos que conhecer um pouco do Núcleo Casa de Pedra. Em breve a gente volta pra conhecer o resto. ;)

Mais uma vez, ressaltamos a importância de um bom guia para melhor aproveitamento dos passeios e conforme falamos bastante no primeiro post sobre o PETAR, recomendamos o guia Pedro Ernesto do Primatas Aventuras.

 


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14 Respostas para Roteiro no PETAR: Núcleo Ouro Grosso.

  1. MARCIO VITAL VALENÇA disse:

    Que local espetacular. Não conhecia essa atração. Parabéns pelas dicas e pelas fotos. Ficaram lindas

  2. Dayana disse:

    Realmente, foi novidade para mim! Só não vale ser claustrofóbico, né? Cada caverna aí… O.O

    Já vi que terei que deixar algumas pessoas em casa. hahaha

  3. cris disse:

    Caverna Alambari de Baixo!! Que é que é isso!!!???
    Estou simplesmente encantada! Amando essa série de posts Petar! Doidinha pra conhecer!

  4. Francisco Piazenski disse:

    Olá pessoal, gostei bastante do relato, não conhecia o PETAR, mas graças a vocês, estamos adorando a série de posts, e doidos para conhecer. Essa travessia molhada deve dar um medinho, não?? rsrs

  5. Diego Arena disse:

    Nossa, sensacional esse passeio eim. Entrar na caverna e depois conferir ao vivo com essa luz entrando deve ser uma experiencia que se leva para a vida toda.
    Preciso começar a fazer essas trips. Obrigado por compartilhar.

  6. Paula Abud disse:

    Essa foto da Caverna Alambari de baixo ficou sensacional, que visual incrível!
    Aqui no DMEC a gente descobre cada lugar incrível pra se conhecer a lista só aumenta kkki

  7. Ruthia disse:

    Gostei muito da vossa série de posts sobre o PETAR, mas caramba, enfrentar um poço de água gelada… não sei. Só mesmo sabendo as maravilhas que estão do outro lado. As fotos ficaram maravilhosas.
    Abraço

  8. Amilton disse:

    Uau, que lugar incrível! Nunca tinha ouvido falar mas adorei a proposta do passeio e as imagens estão lindas!!! Abs

  9. Deve ser uma bela experiência andar por esta caverna, ainda que sejam apenas 200m. Adorei a foto visual da Caverna Alambari de Baixo, no Núcleo do Ouro Grosso, parece digna de um filme ou documentário!

  10. Edson disse:

    A Vivi fazia uma iniciação científica sobre palmito na região do ribeira e ia bastante para o PETAR, mas depois de formados nunca mais fomos. Precisamos muito voltar, belo roteiro!

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